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Trump culpa imigração por protestos na França e gera polêmica

Ex-presidente americano usou rede social para pedir fechamento de fronteiras após nova onda de distúrbios europeus.

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Trump diz que a França 'está em chamas' e 'destruída' pela imigração

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vinculou diretamente a pauta migratória aos intensos distúrbios registrados na véspera durante manifestações populares na França, exigindo que o governo francês adote políticas de imigração mais rígidas.

As declarações de Trump na rede social

Ataque às políticas migratórias europeias

O posicionamento do líder americano foi divulgado neste domingo (18) por meio de sua plataforma digital Truth Social, onde ele criticou duramente a situação social do território europeu.

“A França está em chamas! A imigração de pessoas procedentes de um mundo totalmente diferente, pessoas com ódio no coração, destruiu esse país que, um dia, foi grande”, afirmou Trump em uma publicação em sua plataforma Truth Social.

“Fechem suas fronteiras e retomem o controle, antes que seja tarde demais!”

Origem das manifestações na França

Crise estudantil e custo de vida

Os recentes episódios de confronto e mobilização no país europeu refletem a convergência entre um movimento estudantil ativo há quatro semanas e o descontentamento generalizado da sociedade em relação à inflação e à alta no custo de vida.

O descontentamento popular inicial eclodiu no mês passado, impulsionado pela precariedade estrutural das instituições de ensino e pela escassez de docentes nas regiões periféricas.

Ampliação das reivindicações sociais

Desigualdade e cortes de gastos

Com o passar dos dias, as mobilizações ganharam força e incorporaram novas bandeiras políticas, transformando-se em um protesto abrangente contra as disparidades sociais e os cortes orçamentários promovidos pelo governo.

A manifestação atual coloca em evidência a pressão sobre a administração pública francesa, que enfrenta simultaneamente reivindicações educacionais, econômicas e o escrutínio internacional sobre a sua segurança interna.

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